quinta-feira, 26 de junho de 2014

Polêmico drone que dispara em multidões chega ao mercado

 Com informações da BBC - 19/06/2014

A fabricante de um drone, uma pequena aeronave não tripulada, que dispara balas de spray de pimenta já vendeu a primeira leva de aparelhos.

O "drone de choque" visa combater manifestações civis sem envolvimento direto dos policiais.[Imagem: Guy Martin/defenceWeb.co.za]

A companhia com base na África do Sul Desert Wolf afirma ter fechado a venda de 25 unidades da aeronave para uma mineradora depois de fazer demonstrações com o aparelho em uma feira de tecnologia.
Segundo a empresa, o drone é uma aeronave de "controle de tumultos" e que pode enfrentar multidões "sem colocar em risco as vidas dos seguranças".

O site da Desert Wolf afirma que o drone octacóptero Skunk tem quatro dispositivos do tipo usado em armas de paintball, cada um com capacidade para disparar até 20 balas por segundo.
Além da munição com spray de pimenta, a companhia afirma que o drone também pode ser carregado com balas de plástico e projéteis com tinta.

A máquina pode levar até 4 mil balas de uma vez e também um tipo de laser que emite luz cegante, além de um alto-falante que pode transmitir alertas para a multidão.

Controle de Armas Robóticas

Mas nem todos parecem aprovar o uso deste tipo de dispositivo para controle de manifestações.
Noel Sharkey, presidente do grupo ativista Comitê Internacional para Controle de Armas Robóticas, afirmou que o uso destes drones representa um risco de "autoritarismo e a repressão de protestos".

"Disparar bolas de plástico ou balas de plásticos do ar vai mutilar e matar. Usar spray de pimenta contra uma multidão de manifestantes é uma forma de tortura e não deveria ser permitido", disse.

"Nós precisamos urgentemente de uma investigação da comunidade internacional antes que estes drones sejam usados", acrescentou.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Sistema de gestão de frotas ajuda a reduzir os custos

O mercado de gestão de frotas cresce de forma acelerada. Em um segmento competitivo e com alta pressão de custos, ganhos de produtividade e rentabilidade são questão de sobrevivência. Porém, o segmento ainda dá os primeiros passos. "Há muito espaço para crescer nessa área. Apenas 3% da frota de veículos de carga contam com GPS", observa Altair Ferreira Filho, coordenador da graduação em Engenharia do IBMEC-RJ.

Segundo Ferreira, as ofertas disponíveis no mercado vão desde sistemas simples, por R$ 30 mil a R$ 40 mil, até mais sofisticados, que permitem a integração com pacotes de gestão mais abrangentes, como o SAP, que podem custar até R$ 500 mil. "O investimento deve ser adequado ao tamanho da empresa", diz. O retorno, em geral, é rápido. "Um estudo nos Estados Unidos mostra que o investimento em softwares de logística, em média, se pagam em um ano e meio."

Gustavo Chicarino, diretor da Unidade de Negócios Ticket Car, do Grupo Edenred, aposta no potencial do segmento. "A possibilidade de redução de custos e ganhos de eficiência é enorme, assim como o potencial de mercado, já que a logística representa 12% do PIB brasileiro", argumenta. Por meio de sistemas de telemetria é possível controlar cada passo do motorista, e com sistemas de geolocalização, seguir cada etapa do processo de entrega de um produto, seja na estrada ou na cidade.

"Nosso sistema de telemetria acompanha 13 itens no veículo", diz Chicarino. "Dá para ver se o motorista corre demais, se entra acelerado na curva, se está cumprindo o tempo correto de parada na viagem", enumera. "O Ticket Car nasceu como expansão do serviço de Ticket Combustível", explica Chicarino. "Com uma rede de mil postos credenciados, podemos negociar descontos na compra de combustível para clientes, o que ajuda a reduzir os custos proporcionados pelo sistema de gestão."

A Telemetria é uma das empresas pioneiras no Brasil em desenvolver estas soluções de gestão ,trabalhando neste segmento e desenvolvendo projetos com engenheiros certificados. A empresa desenvolve Softwares de Gerenciamento em tempo real da estrutura de diversos segmentos para médias e grandes empresas, apoiando projetos e/ou necessidades tecnológicas de supervisão, automação e controle.
Para saber mais, acesse: www.telemetria.com.br



segunda-feira, 26 de maio de 2014

A tecnologia dos drones e a logística no Brasil

Num país mais preocupado com os estádios de futebol, passam até despercebidos outros fatos tratados com menos importância pelos meios de comunicação. Entre eles, a constatação de que as organizações criminosas continuam tomando a dianteira no quesito tecnologia.

Ficou no passado o tempo em que telefones celulares eram levados para dentro dos presídios por pessoas que tentavam burlar as revistas íntimas e talvez os detectores de metais. A nova moda são os drones, originalmente chamados de Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs).

Muitos só ouviram falar deles por causa das operações estadunidenses no Paquistão, ou por que certa livraria pretende em breve começar a entregar seus produtos na casa dos compradores usando uma esquadrilha de drones (e as transportadoras que sejam rápidas para correr atrás do prejuízo, ou perderão mais esta fatia do mercado!).

No Brasil, o primeiro voo com drone ocorreu em 1983, com um protótipo a jato construído pela antiga Companhia Brasileira de Tratores (CBT). Treze anos depois, o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), de Campinas, iniciou o Projeto Aurora, com dirigíveis, que se tornou referência internacional. Mais recente é o Projeto Araras, com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).


O drones vieram para ser tecnologia e agregar em todo o mercado.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Drone à vela deve ser lançado em junho

A empresa americana que criou um drone à vela para navegar ao redor de bases petrolíferas em alto-mar e fazer análise de dados quer lançar o produto a partir de junho. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o Datamaran (uma combinação de data com o modelo de barco catamarã) será alugado pela Autonomous Marine System (AMS), uma startup de Houston, Texas - principal centro da indústria do petróleo nos Estados Unidos.

A ideia da empresa formada pelo engenheiro espacial T.J Edward e pelo programador Eamon Carrig e alugar os drones marinhos. Cada unidade é feita de fibra de vidro, pesa 59 quilos e mede 2,43 metros de comprimento e 1,82 metros de largura, além de ser movido por dois painéis de energia solar.

De acordo com Edward e Carrig, o Datamaram pode reduzir os gastos no desenvolvimento de pesquisas oceânicas. O primeiro modelo do drone foi produzido por meio de financiamento coletivo (crowdfunding) no Kickstarter em 2012 e conseguiu angariar US$ 80 mil para sua produção.

Pensando neste produto a Telemetria é a empresa focada em desenvolvimento de soluções para este mercado, desenvolvendo projetos com engenheiros especializados em softwares para controle dos equipamentos (Drones) e gestão dos dados fornecedores por eles.
Nossa equipe conta com profissionais capacitados em telemetria e trabalha fortemente com Governança Corporativa.





segunda-feira, 19 de maio de 2014

Mídia norte-americana defende uso jornalístico de drones após proibição de órgão do governo

Na última terça-feira, 6 de maio, várias empresas de mídia dos Estados Unidos acusaram a Agência Federal de Aviação (FAA) de obstruir a liberdade de imprensa e de expressão com suas políticas que proíbem o uso de drones para obter notícias.

As 16 empresas – que incluem Associated Press, The New York Times, The Washington Post, Gannett Co., Inc., Tribune Company e Hearst Corporation – apresentaram um documento legal como “amicus curiae” (terceiros que são chamados a participar de uma ação com o fim de auxiliar a tomada de decisão pelo juiz ou corte) na Junta Nacional de Segurança do Transporte (NTSB) defendendo Raphael Pirker, um usuário de drones que recebeu uma multa de 10 mil dólares da FAA por gravar um vídeo promocional da Universidade de Virginia com um drone.

Embora não existam regulamentos federais sobre o uso de sistemas aéreos não tripulados (UAS), também conhecidos como drones, desde 2007 a FAA vem tomando ações administrativas para proibir qualquer uso desta tecnologia em negócios ou atividades comerciais. Os meios de comunicação argumentaram que uma proibição absoluta interpreta mal o jornalismo como uma atividade puramente comercial, quando na verdade é um direito constitucional reunir e divulgar notícias, garantidos pela Primeira Emenda.

Estas políticas demasiado amplas, implementadas por meio de um amontoado de declarações reguladoras e políticas e de um processo ad hoc de ordens de cessar e desistir, têm um efeito inibidor inadmissível sobre os direitos da Primeira Emenda dos jornalistas de coletar notícias”, diz o documento.

De acordo com a Columbia Journalism Review (CJR), as multas contra Pirker foram retiradas em março após um juiz da NTSB determinar que a FAA não tinha jurisdição sobre drones pequenos. A FAA respondeu que qualquer pessoa que quisesse fazer voar um veículo aéreo, “tripulado ou não tripulado”, precisaria de sua aprovação.

Nem Pirker, nem as empresas de notícias que apresentaram o documento legal se opõem a um regulamento de segurança para o uso de drones, mas sim a uma “proibição total” que impeça os cidadãos e meios de comunicação americanos de adotarem a nova tecnologia. O congresso dos Estados Unidos pediu à FAA para desenvolver um regulamento para o uso doméstico de drones até o final de 2014, o que pode ter um grande impacto sobre como a mídia utiliza os drones para fazer jornalismo. A advogada de veículos de comunicação Nabiha Syed disse a CJR que os jornalistas poderiam se ver obrigados a esperar a aprovação oficial antes de utilizar drones, o que tornaria a tecnologia inútil para notícias de última hora.

O colunista da revista Forbes John Goglia, que escreve sobre segurança de aviação, disse que esperava que o ataque legal contra a FAA acelerasse o processo de formação de regras que permitam algum uso de drones.

Os drones na mídia latino-americana
Desde janeiro, o veículo salvadorenho La Prensa Gráfica se tornou um dos primeiros no país a obter notícias com drones depois de comprar três veículos aéreos não tripulados, uma tendência que outros meios da América Latina estão seguindo, de acordo com o site de notícias GlobalPost.

A Prensa Gráfica utiliza seus drones principalmente para fazer vídeos ou fotografias aéreas em eventos, grandes engarrafamentos, ou simplesmente de lugares e atrações naturais ou artificiais na capital nacional de San Salvador.

The New York Times não pode fazer o que [La Prensa Gráfica] está fazendo”, disse Matt Waite, professor e diretor do Drone Journalism Lab na Universidade de Nebraska-Lincoln. “Ao menos, não sem sérios problemas legais”.

Outros veículos en El Salvador começaram a usar drones, tal como o periódico El Diario de Hoy e o canal de televisão Canal 21, assim como outras nações na América Latina. Em dezembro, o jornal peruano El Comercio utilizou um drone para gravar um incêndio no centro de Lima, enquanto o Grupo Reforma no México gravou um protesto estudiantil na capital do país meses antes.

Embora o uso doméstico de drones seja permitido nestes e outros países latino-americanos, questões éticas e legais em relação à privacidade continuam existindo. GlobalPost destacou que estas preocupações são especialmente importantes em El Salvador, um país onde os drones poderiam ser usados para invadir espaços privados por razões políticas.

Matt Waite argumentou que as preocupações sobre violações de privacidade são exageradas, especialmente considerando o pouco que dura a bateria dos drones – aproximadamente 12 minutos.

A segurança das pessoas no chão é a questão mais importante que os jornalistas ou qualquer um que use [drones] enfrentará”, acrescentou Waite.

O professor expressou a mesma preocupação no mês passado no Simpósio Internacional de Jornalismo Online (ISOJ), organizado pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas. Contudo, os drones são ferramentas ideais para capturar pontos de vista que de outra forma seriam inalcançáveis, tal como eventos de grande escala como furacões, inundações ou outros desastres, de acordo com Waite.

Na semana passada, vários jornalistas e meios do Arkansas utilizaram drones para cobrir os danos causados por um tornado massivo no estado, o que resultou em uma investigação por parte da FAA sobre estes casos, embora a agência não tenha tomado nenhuma ação contra os envolvidos até o momento.

Fonte: Journalism in the Americas
Veja mais: https://knightcenter.utexas.edu/pt-br/blog/00-15601-midia-norte-americana-defende-uso-jornalistico-de-drones-apos-proibicao-de-orgao-do-go

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Motivos para você prestar mais atenção aos drones

Uma pesquisa revelou que 80% dos brasileiros acreditam que drones podem ajudar a sociedade.

O número mostra a popularidade dos robôs voadores no país - antes mesmo de terem uma regulamentação própria. A seguir, descubra as razões para você ficar mais atento aos drones - que são uma das tendências mais fortes para o futuro na área de tecnologia.

Eles voam




Eles entregam pãezinhos
Uma rede paulista de padarias vem testando em São Carlos (SP) um sistema de entregas baseado aeronaves elétricas não-tripuladas capaz de atender num raio de 1 quilômetro em cerca de 5 minutos.



Eles consertam aviões
Companhia aérea do Reino Unido, anunciou recentemente que planeja usar drones avaliados em 25 mil dólares na revisão e checagem  de sua frota de aviões - reduzindo assim o tempo gasto com estes procedimentos.


Eles estimulam a mineração
Gigante da mineração, planeja usar drones para monitorar estoques, rastrear equipamentos e outras funções em suas áreas de exploração ao redor do mundo. Segundo a empresa, isso reduziria custos e aceleraria a produção.


Eles salvam vidas
Um sistema criado pela organização alemã Definetz prevê o uso de drones em casos de emergência médica. Capazes de voar a até 70 km/h e atuar em raio de ação de 15 km, aeronaves não-tripuladas avaliadas em 20 mil euros com cerca de 5 kg levariam desfibriladores a vítimas de infarte.


Eles inspecionam usinas
O Nauru 500 é um avião não-tripulado com peso de 15 kg. Durante mais de um ano, o drone foi usado para inspecionar a construção da usina hidrelétrica em Rondônia.


Eles monitoram o clima
Projetado para a coleta de dados meteorológicos, o Aerosonde é um drone australiano. Há 16 anos, a aeronave não-tripulada foi a primeira a cruzar o Atlântico - tendo voado por mais de 3.200 km entre o Canadá e a Escócia.


Eles são chocantes
Desenvolvido por um grupo, o CUPID é um drone capaz de acertar alvos com descargas paralizantes de até 80 mil volts. Para isso, a aeronave usa dardos que servem para transmitir a corrente elétrica. Chocante.


Eles evitam incêndios
Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Queensland, na Austrália, desenvolveu robôs voadores que gravam condições atmosféricas em casos de incêndio em florestas. Com base nestes dados, é possível evitar que incidentes do tipo se repitam outra vez.


Fonte e Agradecimentos: Exame
Veja Mais: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/50-motivos-para-voce-prestar-mais-atencao-aos-drones#52

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Tecnologia na agricultura não é fator limitante

O uso de tecnologia e automação é parte integrante da agricultura de precisão e de fato faz a diferença para uma gestão meticulosa da lavoura. Sistemas de navegação que aplicam insumos a taxas variadas, como barra de luz e piloto automático, têm se tornado cada vez mais frequentes. Os usuários da agricultura de precisão também utilizam colheitadeiras com sensores (19,4%), além de imagens de satélite, computadores (73,8%) e internet (67,5%) para a gestão da propriedade.

As metodologias para aumentar a eficácia da operação agrícola, no entanto, não estão restritas apenas à tecnologia de ponta. O mapeamento do solo para diagnóstico das necessidades de cada região da lavoura pode ser feita tanto de forma estritamente manual quanto por drones com câmeras de infravermelho. "A agricultura de precisão é mais uma ferramenta de gestão do que a tecnologia em si. Se o produtor não tiver gestão e administração adequada, a máquina não vai resolver suas deficiências".

"O agricultor pode entrar na lavoura, contar o número de plantas e colocar num papel quadriculado", afirma o professor. "Os pequenos produtores, por exemplo, fazem esse tipo de análise de uma forma mais intuitiva. Por outro lado, o grande agricultor pode usar uma técnica sofisticada."

O grupo André Maggi, produtor de soja, milho e algodão no Mato Grosso, é um dos que faziam o monitoramento das lavouras de forma manual. Os funcionários registravam informações sobre produtividade, aplicação de defensivos, precipitação e performance das pragas em formulários, que demoravam cinco dias para chegar ao escritório.

Em 2010, contudo, passaram a usar tablets para monitorar os 258 mil hectares de lavoura. "A nossa opção por tablet foi para devolver aos trabalhadores do campo informações inerentes ao dia a dia de suas atividades, como indicadores de performance, custos operacionais, rendimento das equipes e das máquinas", diz Ricardo Moreira, gerente de controle de produção do grupo. "Ganhamos precisão na qualidade das informações e deixamos de utilizar 50 mil formulários por safra."

Para Patrícia, porém, é preciso desmistificar a agricultura de precisão e desassociá-la estritamente da tecnologia de ponta, a fim de estimular os pequenos ou de mais baixa renda. "É preciso mostrar que as ferramentas de gestão e otimização dos recursos não estão apenas disponíveis para grandes propriedades de terra com alta tecnologia à disposição", afirma.

Uma das evidências da necessidade de desmistificação, segundo ela, é o fato de a pesquisa constatar que muitas propriedades que fazem uso da agricultura de precisão possuem equipamentos, mas os subutilizam. "O produtor brasileiro não tem a cultura de tratar a propriedade como uma empresa, então não faz a gestão da forma que deveria fazer", pontua. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


A Telemetria é uma das empresas pioneiras no Brasil em desenvolver soluções de gestão para Drones, trabalhando neste segmento e desenvolvendo projetos com engenheiros certificados. A empresa desenvolve Softwares de Gerenciamento em tempo real da estrutura de diversos segmentos para médias e grandes empresas, apoiando projetos e/ou necessidades tecnológicas de supervisão, automação e controle.
Para saber mais, acesse: www.telemetria.com.br