terça-feira, 13 de maio de 2014

Drones fazem de tudo; confira lista das tarefas dos 'robôs voadores'

Os drones são máquinas voadoras bastante versáteis controladas remotamente por um operador. Equipados para sobrevoarem e sobreviverem a ambientes e situações hostis, foram criados para fins militares, mas sua utilização, pelos vistos, está indo muito além disso.
Drone criado por Hacker pode sequestrar outros drones em pleno voo
Confira abaixo uma lista de tarefas que os drones já executam hoje em dia, que podem no futuro ajudar a salvar vidas e construir um mundo melhor. Ou só entregar pizzas…


Ajudar no controle das fazendas
Fazendas geralmente possuem uma grande extensão de terras, e o controle se torna muito mais fácil com essas ágeis máquinas. Assim, o agricultor pode controlar seu sistema de irrigação, como suas plantas estão crescendo e até verificar se elas possuem alguma doença.



Tecedores de estrutura
Drones estão sendo experimentados para literalmente tecer estruturas e no futuro as máquinas podem figurar entre os mais novos construtores, respondendo com agilidade, força e precisão aos comandos.


Combater o crime
Departamentos de polícia de estados nos Estados Unidos, juntamente com o FBI, estão adquirindo drones para monitorar assuntos estratégicos, ajudar no policiamento e realizar atividades de espionagem planejada.




Patrulhar fronteiras
Assim como na polícia, drones estão sendo usados para patrulhar fronteiras, combatendo o tráfico de drogas e a entrada ilegal de imigrantes. Como era de se esperar, as máquinas voadoras já patrulham a divisa entre Estados Unidos e México há três anos, e de tempos pra cá a ideia é municiá-los com armas não letais.




Monitorar o clima 
Drones estão sendo usados pela NASA para estudar mais sobre o Ozônio e suas implicações em nossa atmosfera. A agência norte americana de proteção ambiental – EPA – também usa as máquinas para testar a qualidade de ar. Na Itália, eles estão sendo usados para controlar o despejo ilegal de gases tóxicos na nossa atmosfera.


Combate a incêndios
Os drones já são capazes de combater incêndios, especialmente os originados em áreas de difícil acesso para os bombeiros. Equipados com força e agilidade, conseguem carregar grandes quantidades de água e tornar a recarga ainda mais rápida, diminuindo o tempo gasto para apagar o fogo e minimizando os danos ambientais. Entretanto, embates com a Administração Federal de Aviação dos EUA ainda empacam a ampla utilização dos mesmos.


Inspecionar plataformas de petróleo
Problemas em plataformas de petróleo podem ocasionar vazamentos e desastres incalculáveis para o meio ambiente. Drones estão sendo enviados para os diversos cantos do oceano para inspecionar essas plataformas e garantir que nada saia do controle.


Monitorar a vida selvagem
Um time de cientistas da Indonésia vem monitorando um grupo de orangotangos com drones, pela capacidade de cobrir áreas inóspitas e de grande extensão, compreendendo como esses animais lidam com a destruição de seu habitat natural. A utilização dessas máquinas pode ser fundamental no combate e preservação da fauna de nosso planeta.




Distribuir remédios pelo mundo e salvar vidas
Devido a velocidade e capacidade de atingir ambientes hostis, drones estão sendo usados por uma companhia chamada Matternet para distribuir remédios em vilarejos inacessíveis na África. Isso agilizará o processo de salvar vidas em um continente tão carente.

Na Austrália, Stefen Riegebauer projetou drones para entregar desfibriladores para pessoas que acabaram de sofrer um ataque do coração. Com a velocidade das máquinas, muitas vidas poderão ser salvas.



Revolução no jornalismo
Nada é melhor que capturar a ação no momento em que está acontecendo e os drones, dotados de agilidade e versatilidade, conseguem realizar a tarefa com proeza. Estudantes de jornalismo nos EUA já começam a utilizar as máquinas de maneira experimental, e profissionais já utilizam para cobrir diversas pautas e reescrever a maneira como se faz jornalismo.



Entregas mais rápidas
Recentemente, a Amazon fez um anúncio público admitindo que realiza testes com o objetivo de utilizar drones para realizar entregas de seus produtos.
Chamado de PrimeAir, o serviço da Amazon foi anunciado pelo seu presidente, Jeff Bezos, no programa de TV americano 60 Minutes. Segundo ele, o serviço fará entregas rápidas, em um raio de 15 km, mas apenas de mercadorias leves como Blu-Rays, livros ou até alguns gadgets. O prazo para a entrega é de meia hora! Se a ideia se espalhar, teremos uma revolução na compra de produtos online.



Auxílio na venda de imóveis
Ao se comprar uma nova casa, nada melhor que ter uma real noção do lugar. Para isso, drones já estão sendo utilizados para realizar filmagens esclarecedoras pela propriedade e seus entornos, ajudando e muito na hora da venda do imóvel.



Entregas de pizza mais rápidas!
A rede de pizzaria Domino’s disponibilizou um vídeo de uma entrega de pizza, mas foi brincadeira, sendo feita por um Drone!




Fonte: Tech Tudo

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Silenciosos e ágeis, drones fazem parte do trabalho na construção civil no Estado.

Além de dividir espaço com tratores, guindastes e paredes de concreto, eles ajudam a fiscalizar a evolução de obras



De agora em diante, quem passar por um canteiro de obras em Joinville pode se deparar com um pequeno “intruso” dividindo o espaço com tratores, guindastes e paredes de concreto. Silencioso e ágil, o drone, um tipo de veículo aéreo guiado por controle remoto, está conquistando espaço na construção civil de Santa Catarina – e, acompanhando uma tendência mundial, abrindo portas para inúmeros investimentos e novos mercados.

Por conta da estabilidade e da facilidade de se controlar um drone, as construtoras podem estudar a evolução de prédios e grandes estruturas de ângulos que, até pouco tempo atrás, eram impraticáveis. Com as imagens aéreas, as empresas conseguem coletar dados estratégicos, abrindo possibilidades para novas alternativas de desenvolvimento e a comercialização dos empreendimentos.

– Dessa forma, é possível planejar melhor cada um dos passos de uma obra, otimizar as avaliações comerciais, saber qual vai ser a vista de cada janela e até fazer uma avaliação topográfica para obras futuras – conta o engenheiro Osmar Rodrigues, que após um ano e meio de testes e adaptações hoje acompanha cinco empreendimentos em Joinville com três drones.

Entre as vantagens oferecidas por esses robôs estão o alcance e a maior segurança, reduzindo inclusive índices de acidentes de trabalho, já que essas máquinas podem chegar a lugares perigosos para os humanos. Marco Mota, sócio de Rodrigues e o responsável pela tecnologia e eletrônica por trás dos equipamentos, explica que o drone realiza um voo inteligente, utilizando GPS. Em outras palavras, se o drone apresenta algum problema, ele volta para o ponto de origem sozinho.

Outro benefício é a redução de custos. O acompanhamento da obra de vários ângulos por meio de drones dispensa o aluguel de aeronaves que antes eram contratadas para fazer as imagens aéreas das obras.

Ainda não há um levantamento preciso de quantos drones operam dentro da construção civil no Estado ou no País, mas Rodrigues acredita no potencial do negócio.

– O começo foi tímido, mas depois que as empreiteiras começaram a entender o negócio, a ideia foi ganhando forma. Hoje em dia, os próprios compradores, na hora de escolher um apartamento, já procuram uma empresa que ofereça os serviços dos drones. Estamos fazendo um investimento pesado, mas é um investimento no futuro – diz o engenheiro.





Monitoramento da BMW

Até novembro, a empresa de Osmar Rodrigues documentará periodicamente a evolução da obra da fábrica da BMW, em Araquari, na região Norte. A construção, que abrange uma área de 21.480 m², é administrada pela Perville Construção e Empreendimentos. As filmagens e edições técnicas são uma aposta da construtora para o controle de produção e qualidade da obra e prestação de contas ao cliente. De acordo com Rodrigues, o acompanhamento com a BMW vai ser feito até o fim da obra.

– São voos semanais programados, com o mesmo roteiro definido desde o começo das obras no parque. Assim, podemos ter sempre o mesmo ponto de referência e verificar na íntegra a evolução da obra, além permitir o uso de novos recursos de vídeo – explica o engenheiro.


Diversificação de funções

O drone (termo em inglês que significa zangão) vem do aeromodelismo. Com uma tecnologia inicialmente utilizada para fins militares, o equipamento foi se popularizando devagar, principalmente por conta do preço – os primeiros modelos custavam mais de R$ 200 mil. Logo, esses robôs passaram a ser utilizados na indústria cinematográfica, esportiva e, desde 2008, tornaram-se uma peça fundamental na construção civil nos Estados Unidos e Europa.



O crescente interesse nesses aparelhos tem feito o Brasil investir na nova tecnologia, transformando-se em um centro emergente de pesquisa, fabricação e utilização de drones. O País já conta com 15 das 44 indústrias de drones na América Latina, e reúne ao menos outras cinco desenvolvendo sistemas, segundo a Associação Internacional de Veículos não Tripulados (AUVSI) e a Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde).

Existem drones para diferentes funções. Alguns servem especificamente para a captura de imagens e estudos de área. Outros modelos mais avançados, que chegam a custar R$ 35 mil, têm aplicação mais voltada para a engenharia. Há ainda equipamentos para análises territoriais, como topografias de referenciamento, mapeamentos em alta definição e elaboração de modelagens em 3D.


Uso ainda não é regulamentado

Apesar de poucos conhecidos e discutidos, os drones são realidade em vários setores, sendo usados nas áreas de energia, mineração, agricultura, rodovias e construção civil, além de ajudarem no trabalho de órgãos policiais, ambientais e de defesa civil. Mas mesmo com essa popularização, seu uso ainda não é regulamentado.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estuda como esses equipamentos devem operar, mas já sinaliza a autorização de voos de drones de até 25 quilos em lugares públicos como parques, praças, praias e estádios a uma altura máxima de 120 metros. A autorização terá que ser dada pelo responsável por esses locais – governos e prefeituras – e todos os presentes nestes espaços deverão estar cientes do uso do equipamento.

Hoje, a obtenção da autorização depende do cumprimento de uma série de exigências e entrega de documentos à Anac. Em fevereiro, o órgão apresentou aos fabricantes uma proposta de regulamentação, que ainda passará por consulta pública antes da publicação. Os trâmites devem ser concluídos ainda neste ano.




Fonte: ZH

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Os drones já chegaram na agricultura

Em fevereiro de 2013, uma matéria de capa da revista Time me chamou atenção pela seguinte chamada: "Rise of the drones" (algo próximo de: a ascenção dos drones). Até então, falava-se muito pouco sobre o assunto, esses tais drones. No artigo, estipulava-se que, em breve, Hollywood começaria a usá-los em filmagens; a polícia, a procurar suspeitos; engenheiros, em suas construções e fazendeiros sobrevoariam suas plantações gigantescas.



Essa última aplicação, na agricultura, não teria ficado tão claro para mim se não fosse pela demonstração realizada pelo pessoal do estande da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) na Agrishow, a maior feira de agronegócio da América Latina e uma das maiores do mundo, que aconteceu em Ribeirão Preto de 28 de abril a 2 de maio. Para o pesquisador da Embrapa Instrumentação e responsável pelo projeto desde o início, Lúcio André de Castro Jorge, "o drone é o olho do agricultor".

Parecia mesmo uma abelha, ou um "zangão", como sugere o nome em inglês. Tinha quatro hélices, uma câmera GoPro acoplada a parte inferior e pesava menos de 1 kg. A grande novidade apresentada na feira não foram os drones (robôs aéreos geradores de imagens que ficaram conhecidos pelo uso militar), tampouco sua aplicação na agricultura - a Embrapa calcula que, só no Brasil, cerca de 300 agricultores já o utilizam (sem contar as demais aplicações, pois o número ultrapassa os dois mil em território nacional). O que chamou atenção de inúmeros veículos da mídia foi a tecnologia de última geração dessas micro máquinas e o fato de estarem, a partir de agora, muito mais acessíveis não só ao grande produtor rural mas também aos pequenos e médios. Isso quer dizer que a chamada Agricultura de Precisão não está mais restrita a fazendeiros endinheirados e grandes exportadores.

O menor deles (foto acima), por exemplo, que custa cerca de R$ 5 mil, é capaz, entre outras funções, de detectar falhas no meio da plantação, manchas de invasores e deformidades no tamanho de plantas. Os mais avançados, maiores e mais caros, pensados para gerenciar grandes terrenos, são capazes ainda de captar problemas como estresse hídrico e deficiência nutricional, graças ao modo infravermelho da câmera, além de medir a temperatura do vegetal e do solo com a câmera térmica. Essas vantagens possibilitam um controle mais inteligente e eficiente da plantação, levando ao aumento da produtividade, diminuição do uso de agrotóxicos e, consequentemente, do impacto ambiental.

Segundo Lúcio, em três cultivos os drones na agricultura andam bastante expressivos: o de cana-de-açúcar, pela alta falha de plantio; em florestas, pela estimativa de produção; e em citriculturas, por serem alvos frequentes de doenças. "A tecnologia chegou no campo para ficar, e o processo não tem mais volta", ele afirmou confiante. Recentemente, o ex-Ministro da Agricultura Roberto Rodrigues estimou que nos próximos anos o Brasil deve aumentar sua produção em aproximadamente 40%, reafirmando seu papel como "celereiro do mundo". De acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), só no ano passado, o PIB do agronegócio brasileiro foi de R$ 1,02 trilhão - mais de 20% do PIB total do país. Para 2014, a previsão é que haja crescimento de 3,8%.



É por isso que a chegada do drone na agricultura brasileira é tão oportuna. "Eles têm tudo para alavancar a tecnologia no campo, que ficou muito tempo só patinando", analisa Lúcio. O pesquisador, formado em engenharia eletrônica, conta que percebeu lá atrás, quando viu as primeiras pesquisas serem divulgadas, que essa tecnologia cairia como uma luva para o agricultor rural. "Eu via produtores subirem em muros ou em escadas para ver do alto suas plantações", lembra ele. Com a miniaturização das câmeras e o barateamento da ciência, os drones nunca estiveram tão próximos. Quando este projeto começou, em 1998, a computação era muito cara e, claro, muito menos avançada do que hoje. Até agora, os investimento da Embrapa estão próximos de R$ 5 milhões.

Acidentes
No entanto, a comercializações destes robozinhos não é tão simples quanto parece. Como é uma tecnologia muito nova, a sua venda está atropelando a regulação de entidades como a Anac*, a Agência Nacional de Aviação Civil. "É uma tecnologia muito nova no mundo todo. Então, o que a Anac está fazendo é ouvir os diferentes mercados que querem utilizar ou já utilizam os drones para finalmente criar uma regulamentação até o final do ano", diz Lúcio. Países como Austrália e Espanha já têm lei para o uso, enquanto que os Estados Unidos estão em situação parecida com a nossa. Por enquanto, os que já circulam por aí estão irregulares, sob vista grossa da Anac. Enquanto isso, aconselha-se que não ultrapassem os 300 metros de altura e nem circulem em áreas tripuladas, como no meio da cidade.

"Se o carro dá problema, ele para. Se acontece um pane no drone, ele cai e pode despencar na cabeça de um pessoa", alerta o pesquisador. Eles podem causar outros tipos de acidente, como explodir ou perder o controle sozinho, pois, além desses pequenos, que são controlados por controle remoto, há outras categorias, a média (para aqueles de um até 10 kg) e os grandes, automáticos, que chegam a custar R$ 120 mil e conseguem carregar até 35 kg (foto abaixo).
(Foto stonway.com.br)

Para isso, a Embrapa, que não vende drones, mas projeta softwares para eles, está planejando para os próximos meses lançar cursos para orientar os agricultores a escolher os modelos mais adequados para cada caso e auxiliar o manuseio.

Só depois de ver a demonstração do drone pela Embrapa que entendi a última frase daquela matéria da Time: "as aplicações são ilimitadas". De fato, são. E não vai demorar para vermos mais exemplos como esse acontecer. Fonte: BrasilPost Veja mais: http://www.brasilpost.com.br/giovanna-rossin/os-drones-ja-chegaram-na-agricultura_b_5279938.html?utm_hp_ref=brazil

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Copel Companhia de Energia lança projeto-piloto de smart grids

A empresa dará início, em Curitiba, a um projeto-piloto de redes inteligentes de energia elétrica. Alcançando três bairros da capital, o projeto “Paraná Smart Grid” combina uma série de inovações tecnológicas que vão reduzir o número e o tempo dos desligamentos na rede elétrica, medir o consumo de energia, água e gás à distância, descentralizar a geração de energia.

O projeto também inclui microgeração distribuída por fontes solares e eólicas e testes de conceito que abrangem desde a automação predial até a integração à rede inteligente de eletropostos para carros, bicicletas e ônibus elétricos.

O lançamento ocorreu nesta quarta-feira (07/05), às 11h, com a inauguração de um showroom na sede Copel do Mossunguê para exibir seu funcionamento ao público. A estrutura estará conectada em tempo real à rede inteligente para exibir, de modo didático, seu funcionamento e quais os benefícios para a população e para o sistema elétrico.

“Este projeto-piloto é um passo crucial no desenvolvimento das redes inteligentes, requisito para estimular a geração distribuída e converter as novas tecnologias do setor elétrico e das telecomunicações em benefícios para o consumidor”, destaca o presidente da empresa.

A automação completa da rede elétrica, que dispensa a interferência humana para isolar trechos sem luz, é um considera um dos objetivos mais ambiciosos do projeto.

“Nosso smart grid pretende alcançar um nível de automatização da rede elétrica em que o monitoramento, a identificação e a transmissão de informações que permitem a reconfiguração da rede após uma interrupção no fornecimento possam ser realizados pelo próprio sistema”, explica.

Para a implementação do projeto-piloto, a empresa selecionou uma área com 10 mil unidades consumidoras localizadas nos bairros Bigorrilho, Campina do Siqueira e Mossunguê, e que inclui os prédios do Centro de Operação da Geração e Transmissão (COGT) e do polo operacional da empresa no Mossunguê. A definição da área deveu-se à grande densidade populacional do trecho, com presença amostral de todos os segmentos de consumidores de energia. “Nosso objetivo será testar essa tecnologia para estendê-la, em um segundo momento, a outras regiões da capital e do Estado”.


A Telemetria é uma das empresas pioneiras no Brasil neste segmento e desenvolve projetos de Smartgrid com engenheiros certificados, trabalhando fortemente com Governança Corporativa.
A empresa desenvolve Softwares de Gerenciamento em tempo real da estrutura de diversos segmentos para médias e grandes empresas, apoiando projetos e/ou necessidades tecnológicas de supervisão, automação e controle.
Para saber mais, acesse: www.telemetria.com.br


Fonte e Agradecimentos: Jornal da Energia
Veja Mais: http://jornaldaenergia.com.br/ultimas_noticias.php

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Companhia Aérea irá usar drones para inspeções para cortar custos

Uma empresa aérea britânica de baixo custo  disse que será a primeira companhia a usar drones de controle remoto para inspecionar aviões em solo como parte de seu mais recente movimento para melhorar a eficiência e cortar custos.

Localizada na Inglaterra, a companhia mostrou nesta quarta-feira o drone, um robô um pouco maior que uma bola de futebol e impulsionado por seis rotores, voando ao redor das asas de um dos seus aviões.

A companhia aérea disse que os drones podem reduzir a duração de inspeções das aeronaves que tenham sido atingidos por um raio, por exemplo, de mais de um dia para uma questão de horas. Isso colocaria a aeronave de volta aos céus mais rápido, reduzindo o tempo de manutenção e economizando dinheiro.

Os drones, que podem estar operando no próximo ano, são apenas uma das tecnologias que a empresa avalia.

Sete de cada 1.000 embarques são afetados por problemas técnicos, disse o diretor de engenharia em coletiva de imprensa. Ele quer cortar esse número para zero até 2020.

Cada falha que leva ao atraso de uma noite pode custar à empresa cerca de 15 mil libras (25,5 mil dólares) já que tem que pagar hotel para os passageiros.


Fonte e Agradecimentos: Exame
Veja Mais: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/easyjet-ira-usar-drones-para-inspecoes-para-cortar-custos


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Novos drones do Google podem voar por 5 anos sem aterrissar

O Google anunciou hoje a compra da Titan Aerospace. Ela desenvolve drones capazes de ficar no ar por até cinco anos e voar uma distância de 4,5 milhões de quilômetros sem precisar aterrissar. Eles usam um sistema de painéis solares distribuídos em sua parte superior para transformar a energia do sol em energia para o voo.

A Titan Aerospace deve ser de grande ajuda para o Google em uma série de projetos. O principal deve ser o Loon (o projeto de levar internet a pontos afastados do planeta). O Google vem usando balões que voam na estratosfera para transmitir sinais de internet. Com um drone capaz de sobrevoar o planeta por cinco anos sem precisar descer, o projeto ganha um upgrade importante.

Os Titan também são capazes de captar imagens enquanto voam, assim como um satélite. Elas poderiam ser muito bem aproveitadas pela empresa no Google Earth ou no Google Maps.

A Titan ainda afirma que seus drones podem ser usados para monitoramento de áreas de risco ou para análise de condições climáticas.

As primeiras informações sobre a compra foram publicadas pelo Wall Street Journal. O Google confirmou ao jornal (agora o site da Titan Aerospace já fornece a informação oficialmente) e disse: “Ainda estamos no começo, mas satélites atmosféricos poderiam ajudar a laver acesso à internet a milhões de pessoas e nos auxiliar a solucionar outros problemas”.

De acordo com uma matéria do ano passado do site Clean Technica, os drones são revestidos de três mil painéis solares. Eles voam acima das nuvens, o que facilita a captação dos raios solares.

A empresa foi fundada em 2012 e fica sediada no Novo México, nos Estados Unidos. No meio do ano passado, a Titan Aerospace anunciou o projeto de criação dos modelos Solara 50 e Solara 60, que são os drones que usam energia solar. A expectativa é que o Solara 50 fique pronto ainda em 2014, e o Solara 60 posteriormente.

Os Solara 50 são capazes de voar a aproximadamente 20 mil metro de altitude e em uma velocidade de 104 km/h e carregado uma carga de 32 quilos. A medida de ponta a ponta dos drones é de 50 metros.

O Solar 60, que ainda não está tão avançado em desenvolvimento, deve ser capaz de carregar cargas maiores.

Antes do Google, a empresa já havia despertado o interesse do Facebook. A empresa de Mark Zuckerberg teria feito uma proposta de compra por 60 milhões de dólares. O valor da compra pelo Google não foi divulgado, mas deve ter superado a proposta do Facebook.

Fonte: Correio do Estado
Veja mais: http://www.correiodoestado.com.br/noticias/novos-drones-do-google-podem-voar-por-5-anos-sem-aterrissar_213459/

sexta-feira, 2 de maio de 2014

ABB é nomeada uma das empresas mais éticas do mundo pelo Ethisphere Institute

Zurique, Suíça – A ABB, grupo líder em tecnologias de energia e automação, foi nomeada pelo Ethisphere Institute, centro de pequisa independente que promove as boas práticas em ética corporativa e governança, para sua lista de 2014, que inclui as empresas mais éticas do mundo.
Este é o segundo ano consecutivo em que a ABB é reconhecida pelo Instituto, que premia as organizações que mantêm elevado o padrão em liderança ética e comportamento empresarial. De acordo com a Ethisphere, os homenageados estão relacionados com os itens ética, reputação e interações diárias com a sua marca.

“Mais uma vez estamos muito contentes com o progresso que tivemos em liderança ética nos processos de nossos negócios e em nossa organização”, disse o CEO da ABB, Ulrich Spiesshofer. "Liderança ética é fundamental para o sucesso de longo prazo da ABB e estamos, portanto, muito orgulhosos em ter o reconhecimento da Ethisphere.

“Queremos integrar profundamente a liderança ética em nossa organização. Nosso programa de integridade confia no gerenciamento local para liderar pelo exemplo”, acrescentou Diane de Saint Victor, General Counsel da ABB e membro do Comitê Executivo. Todos os gerentes locais têm que ter responsabilidade pela liderança ética e pelo comportamento corporativo, de modo a assegurar que a mensagem ética venha da mesma pessoa que estabelece as metas de negócio.”

A avaliação de “Empresa Mais Ética do Mundo” tem como base no quadro de Quociente de Ética do Instituto Ethisphere, que tem sido desenvolvido ao longo dos anos, para fornecer um meio de avaliação do desempenho de uma organização de forma objetiva, consistente e padronizada. As informações coletadas fornecem uma amostragem abrangente de critérios definitivos de competências essenciais, ao invés de todos os aspectos da governança corporativa tais como, risco, sustentabilidade, conformidade e ética. O quadro de Quociente de Ética e a metodologia foram determinados, analisados e aperfeiçoados pela consultoria especializada e por percepções colhidas da rede de líderes do Ethisphere e do painel consultivo de Metodologia da Empresa Mais Ética do Mundo.

"Toda a comunidade das Empresas Mais Éticas do Mundo acredita que clientes, funcionários, investidores e regulamentadores devam valorizar a confiança e que a ética e a boa governança são fundamentais para ganhá-lo", disse o CEO da Ethisphere, Timothy Erblich. "A ABB se junta a uma comunidade exclusiva, comprometida com o desempenho através das principais práticas empresariais. Parabenizamos todos na ABB por essa conquista extraordinária ".

A pontuação é gerada em 5 categorias principais: ética e programa de conscientização (25%), reputação, liderança e inovação (20%), governança (10%) cidadania corporativa e responsabilidade (25%) e cultura ética (20%)

A lista completa das Empresas Mais Éticas do Mundo de 2014 pode ser encontrada em http://ethisphere.com/worlds-most-ethical/wme-honorees/.

A ABB (www.abb.com.br) é líder em tecnologias de energia e automação, proporcionando aos clientes industriais e de concessionárias a melhoria da sua performance energética, além da redução dos impactos ambientais. O grupo ABB opera em cerca de 100 países e emprega em torno de 150.000 funcionários.

A Telemetria é uma das empresas pioneiras no Brasil neste segmento e além de se tratar de uma empresa parceira da ABB, trabalha fortemente com Governança Corporativa.
A empresa possui engenheiros certificados onde desenvolvem Softwares de Gerenciamento em tempo real da estrutura de diversos segmentos para médias e grandes empresas, apoiando projetos e/ou necessidades tecnológicas de supervisão, automação e controle.
Para saber mais, acesse: www.telemetria.com.br

Fonte e Agradecimentos: http://www.abb.com.br/cawp/seitp202/1ed6b8381a836f9a83257cbd005087ea.aspx